Versão Brasileira: Vagabond 16 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bora aqui comentar sobre esse volume de Vagabond?

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Vagabond: Volume 16

Como era esperado, a história continua focada no Kojiro, e isso é bom, ainda mais como ela é conduzida, e claro que aqui foi de maneira competente. Inicialmente é o mesmo conflito do volume passado, o garoto quer treinar a espada, seu pai não deixa porque viu o tamanho da violência que ele tinha, aí ele reveza em treinar escondido e tentar convencê-lo do mesmo jeito todo santo dia.

Embora o ritmo aqui é mais lento, ele é gradual, a história vai andando passo a passo, num ritmo que casa bem com o desenvolvimento do personagem. Por conta disso, dá pra sentir as mudanças gradativamente nele. Além de ser interessante vendo esse conflito crescendo não só nele, mas também em seu pai, que está pensando em todos os lados. Tanto nas dificuldades e problemas que seu filho pode ter, quanto nele mesmo, que como pai, não quer se afastar ou até mesmo perder o seu querido filho.

 

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A tristeza de quem não pode fazer o que mais gosta

 

A chegada do Ito foi importantíssima para a história aqui, porque ele quem tira os dois personagens da zona de conforto que não estava tão confortável assim. Mas é por causa da segunda passagem dele por lá, que a situação muda completamente, ele quem tá fazendo Kojiro deixar de viver como um gato para viver como o tigre que ele é, segundo as próprias palavras. Isso é bem interessante, porque tá esquentando a chapa de vez, e tá bem interessante para ver no que isso vai dar.

Mas não foi só de conflitos internos que teve nesse volume, teve luta também, que embora foram poucas lutas, mas foram ótimas, além de termos visto mais um imaturo, porém selvagem e promissor Sasaki Kojiro, e vê-lo em ação é sempre ótimo.

Por isso que mais uma vez foi um prazer ter lido mais um volume de Vagabond. Pode não ter sido dos melhores e nem dos mais emocionantes volumes, mas tem uma construção importante acontecendo, e foi bem conduzida. Ainda mais se tratando de uma leitura rápida e objetiva, bem fluida e que não é rasa como uma piscina infantil. Claro que não dá pra deixar de citar os lindíssimos desenhos de Takehiko Inoue, que é um dos desenhistas mais habilidosos da atualidade, o cara manda muito mesmo, e é obrigação citar isso sempre.

 

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Uma cena que se repetiu bastante durante o volume, e que resume o mesmo

 

Comentários Finais:

– Estou com o volume 17 aqui sim, mas antes eu tenho que fazer review de Zetman, e Magi.

– Amanhã teremos Magi, só pra avisar.

– Divulguem a nossa página no Facebook, que falta muito pouco para chegarmos aos 300 likes, pessoal. Ajuda a gente aí.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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