Versão Brasileira: Vagabond 14 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Um pouco atrasado, mas finalmente estando em dia com Vagabond no blog.


Vagabond: Volume 14

Diferente do que vinha acontecendo, nesse volume começa um arco de flashback, sim, o volume inteiro. O foco foram dois personagens, Kanemaki Jisai e o tão falado Sasaki Kojiro. E a história dos dois têm um desenvolvimento de personagem bonito. Jisai não sei se vai ser um personagem importante para a história no futuro, mas para Kojiro já é. E o que vemos nele é a mudança de um homem que viveu só pela espada a um pai que vive em função de seu filho, fazendo de tudo por ele. E é bonito ver essa transformação, porque é a partir daí que vem a construção do Kojiro. E nem sempre tudo é acerto, tem seus erros, e embora ele foi muito burro, não dá pra condenar ele não ter percebido a surdez de um bebê. Embora a história mostra que outros personagens passaram por ele e um já sabia e o outro percebeu na hora. Mas a inteligência de alguém como Takuan é diferente. Outro ponto positivo disso é ver a oposição de dois personagens. Enquanto Musashi tinha um pai bem egoísta, que maltratava ele, Kojiro tem um pai que igualmente viveu pela espada, mas viu nele uma mudança de vida. Uma motivação para viver, ele deixou de desistir de tudo para viver em função do filho, foi trabalhar, comprar comida, correu até nos vizinhos sem ter vergonha pra pedir leite, se humilhou, para que o seu novo filho não sofresse.

Quanto ao Sasaki Kojiro, finalmente o personagem apareceu, embora por flashback, mas se trata de uma construção do personagem, mostrando desde sua origem. E já se percebe desde o início um guerreiro, pois a espada é o que deixa o seu rosto feliz desde bebê. Embora ainda não foi muito longe com ele, foi até parte de sua infância, percebe-se um potencial no personagem para ser um espadachim. O que resta saber é no que vai dar a confusão que tá pra acontecer no próximo volume.

 

O gosto pela espada desde bebê

 

Mas de qualquer forma, temos um bom volume, a história aqui foi bem contada, os diálogos não são grandes, mas os quadros contam a história por si só muitas vezes, ainda mais com a arte tão bonita e detalhada do Takehiko Inoue. De novo o trabalho da Panini é ótimo. Apesar do preço salgado, que dá uma boa aliviada com o plano de assinatura.

Comentários Finais:

– Se tudo der certo, amanhã tem One-Punch Man.

– Faltam só 2 dias pra terminar o BEDA, e agradeço muito pelo feedback de vocês.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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