Versão Brasileira: Vagabond 13 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bora aqui comentar sobre Vagabond?

Vagabond: Volume 13

Na luta entre Musashi e Kouhei, não se trata só de um combate, mas sim de autoconhecimento. É uma luta em que ambos os personagens se descobrem por conta dessa luta. É um duelo que eles evoluem, em especial como pessoas. Musashi que entra frio no duelo, o que foi ótimo ter acontecido, pois mostra que mesmo obtendo mais experiência e capacidade, pode-se oscilar às vezes, usou o que aprendeu no passado para poder reagir.

Já Kouhei, foi o dono desse volume, o que mais chamou a atenção foi justamente a sua história. Nós temos ele em combate, vemos como ele aprendeu a lutar assim, e não era o que parecia. Não era um cara derrotado que aprendeu com uma menina a luta, e sim um cara que viu essa menina usando a arma e entendeu como que é. Ele não era mais fraco que ela, só não conhecia a arma, e aprendeu de uma maneira assustadora.
Sem falar que ele teve um desenvolvimento absurdo por conta dessa luta, e ainda tem seu flashback, para mostrar como ele era no início, e isso dá mais peso para o que ele se transformou. Por conta disso, vemos Musashi fazendo algo diferente também, e talvez isso tenha mudado um pouco ele em relação à agressividade, de lutar só pra matar. Até porque é algo que ele é ensinado desde o início, com Takuan.

 

O intimidador Miyamoto Musashi

 

E por fim, temos o Matahachi, que é o oposto de Musashi. Porque enquanto um só está andando para frente, mesmo que o caminho seja cada vez maior do que pensava, o outro fica sempre estagnado, e sequer tem coragem de falar com seu amigo. Não tem como não pensar de que o verdadeiro encontro entre os dois, no qual ele vá finalmente ter coragem para falar com Musashi, venha a ser um momento importante e em que o personagem vá evoluir para isto.

Por isso tudo que ressalto que gostei bastante desse volume, a luta foi fantástica, os personagens foram trabalhados com excelência, bons diálogos, leitura bem rápida e eficiente, sem falar é claro da arte fantástica que eu sei que é repetitivo, mas é obrigação citar aqui.

 

Se ficar pra sempre no olho por olho, vai sair todo mundo cego

 

Quanto à Panini, novamente fez um bom trabalho. Capa, papel, tradução, tudo no mesmo nível de sempre, que é um bom nível e que um mangá com preço tão caro exige.

Comentários Finais:

– Amanhã deverá ter Vagabond também, se tudo der certo.

– O BEDA de quinta é bem interessante, só adiantando.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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