Versão Brasileira: Vagabond 11 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bora aqui comentar sobre este volume de Vagabond rapidinho?

vagabond11

 


Vagabond: Volume 11

Concluindo o arco de Yagyu, Inoue mostra com sua espetacular arte, o que vai passando na cabeça de Musashi lentamente quando ele vai confrontar um senhor que embora está bem velho e parece inofensivo e quase morto. Vemos um universo passando, o que leva ele e nós leitores ao tipo de questionamento principal da história, o que é ser inigualável? O jovem espadachim começa a aprender mais ainda, maior é a expansão do que ele precisa aprender. É do tipo, o quanto mais ele anda na estrada, maior ele descobre o tamanho da mesma. É tudo feito de maneira bonita, mas ao mesmo tempo impressionante, pois quem tá na frente dele e fez isso se trata de um grande guerreiro, e mais uma vez, um homem que tem mais do que violência.

Yagyu se torna mais um personagem encantador nessa história que mais uma vez nos mostra que nosso protagonista precisa crescer muito para se tornar um dos grandes. E uma das principais lições a ser tirada disso é a de não ficar apegado a um título de inigualável. Podem parecer bobas e clichés, mas é algo que para alguém da época dele e sem instrução, é muito, é um mundo se expandido na sua frente, e é ótimo acompanhar isso.

 

A impressionante arte de Takehiko Inoue

A impressionante arte de Takehiko Inoue

 

Agora temos Otsu e Jotaro viajando juntos para encontrar Musashi, que dessa vez optou por deixá-los para trás justamente para protegê-los, devido ao caminho perigoso que ele trilha. Temos agora um personagem que pensa mais naqueles que lhe são importantes, pensa no que é melhor e mais seguro para eles, não no que ele mesmo quer.

E falando em personagens importantes para Musashi, a história volta para Matahachi, que continua todo enrolado como sempre, e dessa vez com sua mãe e mais uma pessoa na sua cola, tudo que ele não queria nesse momento. Mas como diz o ditado, quem procura, acha. E dessa vez a farsa foi descoberta, uma hora isso iria acontecer, mas vai ver se ele pensou no que fazer nessa hora? Óbvio que não, como um bom aproveitador, o falso Sasaki Kojiro nunca tentou melhorar como espadachim e nem fazer um plano para quando a máscara fosse cair. E novamente veremos ele se enrolar mais ainda de novo, se ferrar legal para no final se salvar na sorte, podem anotar.

E terminamos mais um ótimo volume de Vagabond, em que a arte é mais uma vez o principal atrativo, que é preciso reparar nela bastante para entender a história, já que algumas páginas nem tem falas, pensamentos ou narração, o que é algo bom quando feito com uma arte dessas. Temos também uma história bonita, leitura bem fluida, personagens se desenvolvendo e bem. A Panini novamente fazendo um de seus melhores trabalhos, bom acabamento, ótimo papel, tradução correta, não achei nada que comprometesse, mantendo o nível de sempre.

 

Enquanto uns evoluem, outros ficam estagnados

Enquanto uns evoluem, outros ficam estagnados

 

Comentários Finais:

– Se tudo der certo, amanhã teremos Boku no Hero Academia.

– Os próximos mangás para repor, serão os de Terra Formars, mas ainda não li, esperem um pouquinho.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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