Versão Brasileira: One-Punch Man 5 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bora rapidinho comentar sobre o volume mais recente de One-Punch Man?


One-Punch Man: Volume 5

Esse volume foi para encerrar o arco do Monstro do Mar. E é nele que temos as maiores demonstrações heroicas até o momento. Ele é violento, os heróis apanham até dizer chega, mas eles fazem isso justamente porque são heróis. Eles mostraram o verdadeiro significado do que é ser um herói, que é o que eu martelo quase sempre aqui e nas reviews de Boku no Hero Academia, que é o auto sacrifício, você fazer o que deve pensando no outro. Quase todos ali sabiam que não tinham chance contra o Rei das Profundezas do Mar, mas mesmo assim o encararam. Em especial o Mumenrider, que é por conta desse arco que ele é um dos meus personagens favoritos. Eu já disse várias vezes, ele é o Saitama sem a capacidade física absurda. Um cara que só quer ajudar o próximo. OK que tem algumas diferenças de personalidade, mas a essência é a mesma.

Não só esses heróis derrotados, mas o Saitama que venceu novamente com um soco só também se sacrificou pelos outros. Porque quando ele faz aquele teatrinho todo, não é pensando em si mesmo, e sim nos outros heróis, que deram um duro danado. Ele não se importa com fama, com glória, fãs e o que pensam dele, ele vai continuar sendo um herói porque gosta e pronto. E talvez ele saiba (não tenho certeza) de que se ele pega toda a glória para si, todos os outros heróis saem desmoralizados. De início, a reação mais comum é a do Genos, de preocupação e sentimento de injustiça com o Saitama, mas como ele é um herói de verdade, ele não tá nem aí pra isso.

Genos que é um personagem muito interessante. Ele é o personagem que tem a evolução em relação a poder. Ele é o contrário do Saitama, enquanto um já evoluiu o suficiente, o outro é o personagem que precisa evoluir ainda e ele vai evoluindo durante a história. É o autêntico sidekick do herói. Mas não é como se o Saitama não estivesse evoluindo também, os degraus que ele sobe não são em suas habilidades, mas sim como herói. Ele começou lá embaixo na classe C, agora subiu para a B, ele precisa de subir, e ele quer subir. Porque assim é melhor para ele pegar as missões que quer. E também é a partir dessa evolução do ranking do Saitama que vemos também como é cada classe de perto. Quem são os heróis, o tipo de missão que pega, o que vai acontecendo dentro dos grupos e tudo mais.

Sobre as lutas, o Puripuri-Prisoner vai ser daquele personagem que no meio da classe S deverá ser mais piada do que poder. Ele só é força bruta e isso não o ajudou dessa vez, mas acho que o humor funcionou. Não foi aquela coisa engraçada, mas não foi ruim. Não liguei muito para o personagem em si, embora ver um herói da classe S caindo é impactante, serve para mostrar o quão perigoso foi o adversário.
O Sonic é de fato mais poderoso que o herói prisioneiro, mas eu não sei se com a espada ele ganharia do Rei das Profundezas do Mar não. Ele só não é mais rápido que o Saitama (até onde vimos), mas não sei se a força dele com a espada cortaria ele ao ponto de morrer não. Tenho minhas dúvidas.
Sobre o Genos em si, é o que eu comentei no parágrafo acima e mais uma coisa, ainda falta experiência para ele. Ele vai melhorando nesse aspecto, mas ainda garoteia demais.
E o Saitama, não preciso nem comentar né? É sempre épico vendo lutar e vencer. É a melhor parte da história. É divertido, engraçado, fantástico e até mesmo um pouco emocionante. QUE HOMEM!

Tudo isso feito com um ritmo ótimo de leitura, um humor muito bom e tudo isso somado à arte do Yusuke Murata que está afiadíssima de novo. Tem páginas que eu fico admirando por um bom tempo e até revejo de tão bonitas que são. Capa e contracapa sensacionais novamente, não só bonitas visualmente, como tem também o humor contido no tridimensional com a orelha. Sempre perco os lados com isso.

O extra desse volume é como de costume. Uma história engraçada, mais descompromissada e que mostra um Saitama divertido, porém herói.

Eu já reclamei muitas vezes de glossários, mas nesse mangá é necessário. Porque são muitas referências. E eu gostei novamente das escolhas de nomes para os heróis, eles estão acertando nas traduções. Eu só tenho que guardar esses nomes, como Amai-Mask, por exemplo, que ainda fica na minha cabeça como Máscara Doce. Seria bom os scanlators, o Daisuki (que trouxe o anime licenciado para o Brasil) e até mesmo os fansubs seguissem os mesmos nomes da Panini. Deixa tudo de um nome só e não confunde a cabeça dos fãs.

Comentários Finais:

– Acho que não preciso explicar que gostei não, né?

– Amanhã vai terminar o ano, mas teremos uma última surpresa do ano. Fiquem atentos.

– Ajuda a gente a chegar até os 250 likes. Faltam só 2 likes. DOIS.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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