Versão Brasileira: Tokyo Ghoul 7 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bora comentar sobre o volume que saiu de Tokyo Ghoul?


Tokyo Ghoul: Volume 7

O arco da Aogiri já está partindo para seus momentos mais importantes e no início do volume, tivemos essa transição, da preparação para a invasão. A parte da Anteiku tem os seus clichés, eles são necessários, porque se tratando de invasões, tem que se ter um plano antes. Alguns clichés, como a motivação para os ghouls irem lá, a aceitação depende da sua vontade com o mangá. Quem gosta do mangá vai curtir e quem não gosta do mangá, vai ter mais um motivo para falar mal.

O início da invasão, por parte da CCG foi com os dois pés na porta, em especial o psicótico do Juuza, que se mostra cada vez mais como uma versão hipster e kawaii (tem otaku que acha bonitinho) dos brucutus de filmes de ação que não se importam com nada e só pensam em sair matando.

Depois disso vem a parte mais interessante do volume e do arco. Uma das mais importantes do mangá inteiro, na verdade. A tortura do Kaneki nas mãos do Yamori.
Nós entendemos sobre o Yamori, como ele se tornou assim, porque, assim como vemos a transformação mais brusca do protagonista. É tudo bem pesado, absurdo, perturbador, angustiante. Não faltam adjetivos para definir o que foi isso tudo. É bem interessante ver como Kaneki se transforma e porque ele sempre foi desse jeito. A Rize era uma projeção da consciência dele, porém fica subentendido que é o ghoul interior dele. Mas também ele já tinha reminiscências da vida dele com a sua mãe. E aí que entra a maior diferença entre o mangá e a primeira temporada do anime, nesse ponto. No anime é bem raso, é mais jogado, a explicação pro Yamori existe, mas não é com os detalhes que tem no mangá. Outras partes desse arco aparecem de maneira rasa ou nem aparecem. A própria morte do Yamori eles nem colocaram no anime. Só jogaram na segunda temporada por um diálogo expositivo. Essa foi a maior bola fora das que eu lembro.

Agora alcançamos a metade da primeira parte do mangá. Foi bem satisfatório, acredito que esse tenha sido até o momento o melhor volume de Tokyo Ghoul e mal posso esperar pra ler logo o oitavo volume em novembro.

Comentários Finais:

– A leitura do volume foi boa, embora no início tinha muito texto e quando teve luta, quase não existiu diálogo. Acho bom que não fique falatório em lutas, mas não foi uma leitura maçante quando teve muito texto no início.

– Eu vi o que você fez na contracapa, Sui Ishida. O senhor foi muito zuero.

– O trabalho da Panini nesse volume merece elogios. Não só pela regularidade como pelo brinde que nos entregou. Parece não ser nada demais, mas uma dedicatória do próprio autor do mangá não é algo a se jogar fora. Eu ainda tenho que decidir onde colocar o cartão que eu ganhei. Sugestões?

– Hoje tem Zetman e vou passar os de Magi pra amanhã. Assim eles saem juntos.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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