Versão Brasileira: Akame ga Kill! 2 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Ontem não deu pra postar, mas hoje sim, então vamos conversar sobre o segundo volume de Akame ga Kill!?


Akame ga Kill!: Volume 2

Já abrimos o mangá com uma cabeça arrancada, isso já é Akame ga Kill! entrando com os 2 pés na porta. E tem cabeça sendo arrancada já na página seguinte. A introdução do volume já é nesse nível, começando com as imagens mais violentas que o mangá pode proporcionar ao leitor.

Durante o volume, assim como no primeiro, ainda temos muitas explicações, as teigus são explicadas de maneira aprofundada, pra que não se tenha mais dúvidas sobre elas. Origem, quantidade, os poderes que algumas delas (principalmente as da Night Raid), e o fato de que elas são as armas mais importantes para decidir os rumos da história, leia-se, as lutas. As teigus têm o mesmo ponto positivo que as zampakutous em Bleach (sim, apesar dos pesares, Bleach tinha virtudes) que é o fato de cada arma ter um poder diferente e na história você vai descobrindo qual é, em que situações elas são melhores aproveitadas e também em quais teigus são as mais adequadas para cada adversário.

Temos também algumas missões que só duram um ou dois capítulos para mostrar algumas teigus como a Murasame da Akame e a Lionel da Leone. Até onde eu me lembro, no anime não tinham mostrado a teigu da Leone com detalhe, só tinham jogado e transformação, que pra alguns fica até imperceptível, tirando alguns detalhes (que algumas pessoas sequer reparam na hora).

Fora isso, tivemos outros dois destaques. O primeiro é a introdução da Esdeath, que é ninguém menos que é o maior obstáculo que Tatsumi e os outros vão enfrentar, e ela é apresentada da maneira mais agressiva possível. Primeiro a história fala da existência de um herói que tem a teigu mais poderosa de todas e logo em seguida ele é reduzido a um cachorrinho da Esdeath. Pesado. É de ficar assustado ver um mito dentro da história caindo de maneira tão brusca e bem patética.

Já o segundo destaque vem justamente do que eu alertei na primeira review. Não se apeguem a personagens. Já de cara caiu o primeiro da Night Raid, e já fizeram isso construindo um inimigo detestável, alguém fanático, cruel e que acha que é a representação da justiça. Não tem como não ficar com vontade de ler mais capítulos para chegar no ponto onde eles vão se enfrentar para ter uma vingança e ver mais violência ainda. Claro que a luta que gerou isso foi feita da forma mais sangrenta possível. Pra quem veio ler Akame ga Kill! para ver as cenas violentas, vai sair mais do que satisfeito, porque novamente o mangá entrega uma violência visceral.

Comentários Finais:

– Apesar dos capítulos terem bastante páginas, e também o fato de que quem lê volume encadernado está lendo a mesma quantidade de um volume de um shonen semanal com menos páginas e mais capítulos, mesmo assim é uma leitura bem rápida.

– O trabalho da Panini se manteve um pouco melhor que no primeiro volume. No primeiro eu peguei página que tava cortada, já no segundo não. Mas no geral a Panini está sim fazendo um bom trabalho com o mangá.

– Os extras no final dos volumes são bem divertidos. Acredito que seja uma forma de divulgar os outros mangás da revista. Embora não conheço nenhum outro. Vocês conhecem? E quais recomendam?

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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