Versão Brasileira: Tokyo Ghoul 6 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Depois de um bom tempo, bora falar de Tokyo Ghoul?


Tokyo Ghoul: Volume 6

Assim como vem acontecendo, temos a história de novo dividida. Hora temos a parte da CCG e hora dos ghouls, e cada um com a sua importância. Do lado da CCG, tivemos muitos diálogos expositivos que foram bem úteis. Aprendemos mais sobre eles e principalmente sobre os ghouls, em especial as kagunes deles. Já do lado dos ghouls, tivemos uma expansão na história, finalmente introduzindo os outros distritos de Tóquio e iniciando a guerra entre eles.

Tirando os casos que tivemos que foram resolvidos rápido, na minha opinião esse é o primeiro grande arco. Aqui vai juntar tudo pela primeira vez. E a preparação para isso começou bem interessante. Que já nos mostra de cara o irmão da Touka, que se ele a chama de molenga, é porque o sujeito é carne de pé, nem de pescoço é. Assim como ele, descobrimos finalmente sobre mais ghouls que querem é serem dominantes e na base da força. Agora que realmente vai começar a luta contra um grupo de vilões.

E não dá para chamar um lado de mocinhos e outro de vilões, no sentido de ghouls e CCG, embora esse rótulo caiba na Aogiri. Enquanto nos dois lados que conhecemos mais, nós vemos ambos terem a razão pelo tipo de vida e conhecimento que têm, mesmo que cometam erros pesados, no lado da Aogiri nós temos até o momento os arquétipos de vilões. Temos o brucutu que não tem a menor compaixão, o bandido “mais descolado” que tem uma aparência “cool”, é frio e preciso, os buchas e até mesmo os mais debochados. E todos eles têm algo em comum, o sadismo.

Acredito que muitos aqui já devem ter visto o anime, e já aviso que teremos lutas bem violentas e empolgantes. E falando sobre o anime, no mangá tivemos mais detalhes que não foram adaptados no anime. Algumas partes que estão nesse volume, até onde eu lembro não foram adaptadas no anime. A menos que eu esteja caduco, eles deram umas cortadas.

Comentários Finais:

– Visualmente o mangá esteve bem estiloso, o Yamori é o mais notável na diferença do mangá pro anime. Deram uma senhora generalizada no visual dele. O que é péssimo. Mas os estúdios (ainda mais como o Pierrot) não têm esse cuidado em deixar fiel ao anime. Vai de qualquer jeito.

– Impressionante como Juuzou, Kaneki e Takizawa são irritantes mesmo, cacete.

– Quanto ao ritmo de leitura. Tiveram momentos rápidos e alguns momentos que foram mais arrastados.

– O trabalho da Panini costuma ser bom, não está ruim, mas vi uns defeitos, vi algumas falhas na impressão e eu não sou muito fã de honoríficos. Tem gente que gosta, mas não acho que isso seja uma adaptação ideal.

– Amanhã tem Magi, sexta fecharemos 20th Century Boys.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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