Versão Brasileira: Vagabond 5 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Bora falar de Vagabond?

Vagabond: Volume 5

Esse volume parecia que seria a luta entre Musashi e Toji, mas foi Inshun quem roubou a cena aqui. Inshun tem semelhanças com Seijuro, é mais calmo, tem até um jeito extrovertido, com a diferença que é um monge.

Quanto à luta, ela nos provou novamente o que já havíamos visto, que Musashi é praticamente um animal selvagem. Basicamente usa só o instinto, técnica zero e muita disposição, mas em seu subconsciente é alguém que vive cheio de medo. O modo como ele reage é puramente instintivo, não é nada racional, ele só reage de acordo com a situação.

O modo como foi feito a luta é excelente, é lento, sufocante e desesperador. Acredito que seja essa sensação que Inoue quis passar aos leitores. Lento não no sentido de ritmo de leitura, mas é que cada golpe do Inshun é passado um a um, assim como cada reação de Musashi.

O resultado da luta é justo e coerente. Ela é mais uma lição para Musashi que é preciso mais do que apenas vontade e instinto para ser um espadachim invencível. São dois ótimas qualidades, mas não dá pra só lutar como um animal selvagem. Essa luta me pareceu Brasil x Alemanha, um achando que ia ganhar só com coração e o outro infinitamente superior na técnica.

Outro ponto interessante é a necessidade de afirmação de Musashi, como quando ele pergunta para Inshun se com a vitória ele pode se considerar forte, e Inshun responde de maneira surpresa que ele já é forte. O próprio Inshun não esperava que alguém como ele tivesse esse tipo de necessidade e fazer uma pergunta dessas.

Agora resta saber o que Musashi vai tirar de lição dessa humilhação e como ele vai mudar e para o que.

Quanto ao Inshun, eu não acredito que ele vai se sujar como monge e querer passar a matar em lutas desse tipo. E claro que ele não vai matar Musashi, pelo amor de Deusberto.

Comentários Finais:

– Mais um excelente volume em que tivemos uma luta empolgante, bons personagens e o mesmo ritmo rápido de sempre.

– Sei que é vitrola quebrada, mas é necessário falar o show que é a arte de Takehiko Inoue. Cada volume que leio, me fascino mais pela arte dele.

– Na orelha da contracapa ele finalmente matou a dúvida que tinha a vida inteira, o significado de Vagabond, e ainda explica o porquê da escolha do título. O significado é DESCUBRA.

– Quero ver vocês divulgando a página no Facebook pra gente alcançar os 200 likes, tá?

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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