Versão Brasileira: Assassination Classroom 12 – Panini

E aí pessoal, tudo bem com vocês? Vamos comentar sobre o volume 12 de Assassination Classroom?

Assassination Classroom: Volume 12

Embora tivemos o volume começando com doses de humor para mostrar a nova roupa dos alunos para atividades físicas, ele vai em paralelo e sorrateiramente mostrando o Deus da Morte, em um ritmo digno de um assassino. E é o Deus da Morte quem faz a história andar aqui, pois temos um arco dele começando.

E o arco do Deus da Morte começa muito bem, dando sensação de aflição e perigo ao ver um assassino tão perigoso com esses adolescentes na sua própria mão, e pra piorar, sem os professores por perto para salvá-los. Deus da Morte passa muito bem a impressão que um assassino desse porte tem que passar, e o ritmo da história aqui também está excelente, porque vamos acompanhando passo a passo essa briga de gato e rato em que cada lado está tentando pegar o outro e tudo isso sem enrolação ou queimar etapas. Claro que como não pode faltar em Assassination Classroom, temos boas doses de humor aqui. A parte de ação é outra feita com muita eficiência, ela joga na nossa cara que há uma diferença absurda entre o maior assassino do mundo e alunos que entraram em treinamento há pouco tempo, mesmo que sejam quase 30 contra 1.

Mas se tem uma personagem que vale a pena destacar nesse volume do lado dos protagonistas, é a Irina Jelavic, também conhecida como Velha Bitch ou Bitch-sensei. Aqui nós temos boas passagens dela, tanto como professora como amiga, como uma pessoa apaixonada e principalmente como assassina. Aqui foi a melhor parte dela na história como assassina de longe, porque ela não foi derrotada (no final) e nem colocada de segundo plano quando era para ser a vez dela.

Karasuma tem uma participação menor nesse volume, mas em compensação quando aparece, dá conta do recado. De novo Karasuma mostrou que não pode ser subestimado, ele não é tão desligado quanto pensavam e também tá mostrando porque é o responsável por esses alunos e o Koro-sensei. Agora falta ver como vai terminar a luta entre ele e o Deus da Morte, mas não dá pra deixar de torcer pelo professor.

Quanto ao Koro-sensei, bom… ele rendeu a piada que os brasileiros mais fazem nos últimos 2 anos.

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Comentários Finais:

– Mais um ótimo volume que nos deu um arcos que pode ser um dos melhores do mangá.

– O trabalho da Panini está como o de sempre, mas poderia ter colocado umas páginas coloridas aonde tem na versão original. Até onde me lembro a página com os 5 primeiros colocados é colorida.

– Quanto ao concurso de popularidade. Impressionante ver como os garotos votam em massa nas personagens femininas e as garotas são quem mais dão votos aos personagens masculinos. Não sou especialista nisso, mas como um leitor comum e que não conhece o perfil dos japoneses, só dá pra dizer que hormônios pesaram nesses votos. São poucos os personagens que têm uma votação equilibrada dos 2 sexos. Koro-sensei (49/51), Justice Kimura (o único 50/50), Takebayashi (46/54), Nakamura (53/47), Hayami (45/55, só ela e Kataoka tiveram maioria de votos femininos das garotas) e Itona (45/55).

– Pra finalizar, que linda essa capa. Novamente a capa é um show à parte.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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