Versão Brasileira: Zetman 10 – JBC

Olá pessoal, tudo bem? Já chegamos na metade da publicação de Zetman aqui no Brasil, então vamos comentar sobre ele?


Zetman Volume 10

Como se esperava e também na sinopse da contra-capa, quase metade do volume foi a luta do Zet e o Alphas contra o Ebizou. Aqui a ação foi de primeira, luta bem acirrada, bastante dificuldade para os heróis, se dessem uma bobeada sairiam dali mortos, e foi concluída de maneira bem interessante e empolgante.

Depois disso nós tivemos um posfácio (pode-se chamar assim?) desse arco. Primeiro com o Haitani, que serve pra mais uma vez vermos como ele é maquiavélico e nada ortodoxo, sem falar que vemos com ele uma companhia bem inesperada, daquelas que mais uma vez é o mangá te dando respostas e botando novas perguntas na sua cabeça.

A parte mais importante depois dessa luta é a do Kouga. Essa é a primeira vez que ele tem um sucesso de verdade, e por conta do Jin, isso faz com que ele pense várias coisas sobre ele, sobre a si mesmo, sua família e sobre o que é ser herói. Bem interessante e dá pra ler bem rápido, assim como a parte que ele faz as perguntas necessárias ao seu avô pra poder ficar antenado no que aconteceu. Seu avô Mitsugai que de novo mostrou que mudou, realmente é um homem completamente diferente do primeiro capítulo.

E pra finalizar, temos o Jin, aqui também temos um desenvolvimento de personagem, que é bem interessante, e o Jin agindo da maneira mais humana possível até o momento, é uma parte que os fãs vão gostar bastante, eu garanto. Exceto alguns por motivos que vão entender quando ler, mas na minha opinião foi bom sim.

E temos um indício de um novo inimigo que deve ser dos bem problemáticos, porque normalmente quando se faz uma cena desse tipo, é porque o cara deve ser um porre. E sim, a cena é boa, é daquelas que eu tive que ler de novo pra ver o que aconteceu. Sem falar do impacto dela.

Comentários Finais:

– Outro ótimo volume. Não canso de repetir, é muito prazeroso ler esse mangá.

– Quem diria, hein? Falta só metade da história pra terminar. Sei que é chato, mas escrevendo o volume 10, deu aquela sensação do tempo ter passado rápido.

– Como escrevemos sobre títulos que saem no Brasil licenciados pelas editoras, vou ter que dar meus dois centavos sobre esse fim de semana. Decepcionante e bizarro. Só Fullmetal Alchemist de anuncio que prestou da JBC, sem falar dos comentários lamentáveis e nojentos que um dos convidados fez. Não vou falar quem é porque publicidade negativa é propaganda. A JBC é uma editora que eu como leitor, torço pra que dê certo, sei que não é culpa deles, mas que nunca mais leve esse tipo de gente pra eventos. E se tem alguém que concorda com a declaração intolerante, não precisa mais acessar o nosso blog porque não faz a menor falta.

– A Panini tá de parabéns. Não visto camisa de editora, quero ver todas lançando títulos interessantes, mas tem que se parabenizar por anunciar o relançamento de Lobo Solitário. E com a qualidade do nível de Vagabond. Dos títulos que a Panini lançou esse ano, só tem 2 que eu não vou comprar. Haja dinheiro dona Panini. Faz uns serviços de assinatura pra eu poder comprar com desconto, pelo amor de Deus.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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