Versão Brasileira: Tokyo Ghoul 2 – Panini

Olá pessoal, tudo bem? Depois de muito tempo, estamos de volta com Tokyo Ghoul.


Tokyo Ghoul Volume 2

O início, assim como quase todo o volume foi mais de ambientação, foi pra nos mostrar o ambiente dos ghouls da Anteiku e o 20º Distrito, sendo o último de uma maneira mais generalizada.

A ambientação tem muitos clichês que fazem sucesso hoje em dia, tapa olho, café, tsundere, roupinha de mordomo, não me pergunte porque isso faz sucesso que eu não vou saber te responder. Mas fora isso, vemos como vivem alguns ghouls, tentando coexistir junto com os humanos, o que é algo mais sábio, pois imagina se os humanos que são maioria e detém governos, exércitos e bancos são ameaçados pelos ghouls e resolvem dar o troco. Não sobra um em pé. Isso me lembrou um pouco os filmes da trilogia Blade que eu vi essa semana, especialmente o primeiro que os vampiros pensam muito assim, pegam as suas presas mas sem se exporem aos humanos para não serem aniquilados.

Nesse volume também somos apresentados a novos personagens, sendo alguns bem importantes.

Primeiro são os pombos, que são uma polícia que investiga os casos relacionados aos ghouls e usam a força para detê-los também. Dois deles são o Kureo Mado, que é o arquétipo do cara excêntrico e perigoso, até mesmo no visual, e Koutarou Amon, que assim como em toda dupla policial, ele é o oposto do seu parceiro. Amon já é o cara totalmente correto que faz tudo pelo seu senso de justiça. Confesso que visualmente comparando com o anime, o Amon me decepcionou um pouco, parece que foi mal desenhado, não teve a inspiração pra ficar estilizado como os outros personagens de Tokyo Ghoul. Pode ser que eu esteja redondamente errado porque a intenção do autor é deixá-lo diferente dos outros personagens visualmente justamente para mostrá-lo como diferente dos ghouls. Será isso?

Outra personagem importante é a Hinami Fueguchi, que caracteriza muito desde o início a dualidade dos ghouls, que precisam comer carne humana, mas assim como muitos ghouls(em especial os da Anteiku), ela não é inimiga da humanidade. Ela sequer sai para caçar humanos. Aliás, outra solução mais prática é como foi mostrada nesse volume, pegar corpos de suicidas ao invés de sair matando inocentes.

O Uta até o momento não tem muito o que falar, personagem funcional, e também mais um personagem de apelo visual. Embora a parte dele comendo um olho foi interessante porque foi a primeira vez que explicitamente(com ressalvas) apareceu alguém comendo partes humanas de verdade, não um monte de pedaço preto desenhado.

O que teve de ruim nesse volume foi mais uma vez os momentos tsundere da Touka que são chatos pra cacete, embora eu sei que o público alvo de Tokyo Ghoul adora essas coisas, que conseguem ser mais irritantes que o jeito molenga do Kaneki, que até é compreensível. Porque foi como eu disse na review anterior, é um rapaz que era um humano comum e que até ser atacado por uma ghoul acabou virando um deles e do nada o mundo dele mudou completamente.

Achei também que essa ambientação poderia ser um pouco mais rápida, algumas partes se estenderam demais.

Comentários Finais:

– É, faz um tempão que eu não falava de Tokyo Ghoul né? Mas acontece também que o volume 2 demorou demais pra sair aqui nas bancas. Eu sei que eu comprei o meu há menos de 1 mês, sério mesmo.

– Até o fim do ano devo botar tudo em dia. Tenho lido bem rápido e tô começando o Boku no Hero Academia, tenho 2 volumes de Zetman pra ler e 3 de Terra Formars. As Aventuras de Sinbad dá pra ir rápido.

– A minha impressão sobre Tokyo Ghoul pode até ser um pouco comprometida porque eu já tinha visto o anime. Mas o traço estilizado do mangá é muito diferente da adaptação em anime. Sim, o mangá ganha pontos positivos pelo traço que tem, como dizem, ele se vende pela capa. Embora a adaptação do anime não foi ruim, pelo menos o Studio Pierrot que costuma animar como uma criança de 1 ano, animou decentemente.

– Legal as tiras de 4 quadros no final do volume, inclusive pelo que eu me lembro, elas estiveram presentes depois dos encerramentos dos episódios dos animes.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Mandem críticas e sugestões, caso tenham. E até a próxima pessoal.

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3 comentários sobre “Versão Brasileira: Tokyo Ghoul 2 – Panini

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