Review Nanatsu no Taizai Parte III: Byzel

Here comes the terceira parte das reviews de Nanatsu no Taizai

Nessa review: Episódios 10, 11, 12 e 13



Nesse ponto da história, o grupo principal parte em busca dos tesouros sagrados, determinando o martelo Gideon, de Diane, como seu primeiro objetivo. Usando o objeto como isca, o reino pretende atrair os Sete Pecados para o Festival de Lutas da cidade de Byzel. Mini-torneio, coisa comum em battle shounen. Esse, em particular, me deixou bem satisfeito, já que a participação dos Sete Pecados e de Cavaleiros Sagrados, pudemos avaliar a diferença de força entre os dois grupos. Além disso, tivemos a luta entre Meliodas e Ban, que começou a delimitar o nível de força do capitão e o “limite” da imortalidade de Ban. Vimos também a limitação em combates físicos de King. Outros pontos importantes foram o estabelecimento da relação entre Hauser e Diane(Diane, aliás, que pôde lutar em tamanho normal graças a um plot device beeeem forçado), que vai ser bastante importante mais para a frente, e o encontro entre Meliodas e Cain, que começou a nos revelar um pouco do passado do protagonista. De forma geral, não foi um torneio “lutinha por lutinha”, o que é bem satisfatório.

O ponto de virada nesse “arco” foi o ataque à cidade e aos Sete Pecados organizado por Helbram, Guila e a bem reaproveitada Jericho. Junto a eles estavam a princesa Veronica, irmã adotiva de Elizabeth, e seu guarda Griamor, filho do comandante Dreyfus(esse, aliás, protagoniza um dramalhão bem exagerado ao não conseguir proteger sua princesa da morte). Guila e Jericho, mesmo não tendo grande poder bruto, dão bastante trabalho aos Sete Pecados, graças a seus poderes oriundos do clã dos demônios. Com isso, tivemos a conclusão de que a regeneração de Ban se enfraquece contra poderes dessa natureza. A caça de Veronica a Elizabeth acaba causando a morte da primeira, numa daquelas cenas clichês de battle shounen de “se joga na frente para proteger”, seguido do mesmo roteiro clichê, aquele dramalhão, choradeira, “ain, a culpa foi minha”… meh, não convenceu. Nesse ponto, vimos mais problemas internos em Liones, com Griamor e o grupo de Helbram com ordens e objetivos claramente diferentes.

Pra finalizar, tivemos Meliodas mostrando novamente seus poderes de origem demoníaca no confronto contra Helbram, que já havia derrotado King com estranha facilidade. Sua provável conexão com o clã dos demônios, reforçada pelas propriedades de sua “espada”, reforçam ainda mais a aura sombria e misteriosa que ronda o passado do personagem. Nessa luta em específico, fica claro que a relativa dominância de Helbram se dá pelo descontrole do protagonista, já que a diferença de poder bruto seria supostamente grande. Com essa mesma coerência(que eu espero ver mais vezes na série), a luta é encerrada com uma única utilização do Gideon por Diane, rendendo o comentário que eu esperava de Helbram: algo como “esse é o poder de um dos Sete Pecados com seu tesouro sagrado”. Pode-se dizer que a diferença entre a força dos Sete Pecados e a de Cavaleiros Sagrados normais foi demarcada.

É isso, galera. Sei que tá meio atrasado pra postar isso, mas com o tempo eu vou acertando as coisas. Ah, curtam nossa página no Facebook. Abraço!

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