Versão Brasileira: Rurouni Kenshin 27 – JBC

Olá pessoal, acabei de ler o penúltimo volume de Rurouni Kenshin, e estou doido para comentar sobre ele. Vamos direto ao assunto então.


Rurouni Kenshin Volume 27

Agora só teve agitação, só teve coro comendo e muitas trocas de ofensas. Então vamos por partes.

De fato, o Wu Heixing é inicialmente interessante. É um bandido podre, vive de ataques terceirizados, nunca suja as próprias mãos, porém a motivação dele para botar os capangas dele pra lutarem contra o pessoal, não me convenceu, desculpa. Desculpinha esfarrapada essa, como se o Enishi tivesse se importando muito com o que fosse acontecer com Sanosuke e os outros.

Sobre as lutas, a luta do Saito foi a mais fraca. Ele tinha sido pego pelo ponto fraco do Gatotsu, isso é um ponto a favor do adversário dele, porém o modo como ele virou a luta ao seu favor, também não me convenceu. Virou porque quis, se tivesse dado um modo diferente, como foi com Aoshi, eu aceitaria mais. Essa luta foi a pior das quatro.

A luta do Aoshi foi melhor que a do Saito, porém inferior às seguintes. De fato ele teve um adversário chato, uma luta em que ele foi testado. Ao contrário do Saito, a explicação de como Aoshi parou Suzaku foi mais convincente, e é algo que realmente existe em histórias de luta. O cara tem conhecimento melhor que o copiador e então para as técnicas emuladas pelo adversário. E foi legal ver o Aoshi chutando a cara dele e parando a espada com a mão.

A luta do Sanosuke foi bem melhor que as anteriores, porém não foi a melhor. Foi uma luta ao estilo Sanosuke, e ao contrário dos outros dois, Sano não podia lutar com tudo. Afinal, ele nunca esteve 100% desde a luta contra Anji. E além de ter lutado em desvantagem, ele venceu e evoluiu. Ele conseguiu usar o Duplo Extremo de outra maneira. Impressionante como Sanosuke cresceu como lutador, só não cresceu mais que o Yahiko que eu citarei logo abaixo. Mas ele aprendeu a técnica com o Anji, usou uma forma evoluída dela contra o seu mestre, desenvolveu um modo mais fraco, porém eficiente no volume passado e dessa vez usou as duas mãos. Só Deus sabe onde ele chegaria usando essas técnicas com o corpo totalmente bem e com as outras partes do corpo.

Yahiko teve a melhor das quatro lutas, teve mais dificuldade, Yahiko melhorando como espadachim, tudo de uma forma mais convincente. Como eu já disse antes, em posts passados, não veria o menor problema em ter uma continuação focada no Yahiko, muito pelo contrário.

No mais, os quatro adversários visualmente e suas armas eram bem estilosos, sou fã dessas roupas chinesas, até dá pra aceitar a desculpa que deram das lutas combinadas, os nomes faltaram criatividade, poderiam fazer algo baseado nas 4 feras/deuses/qualquer outra definição, e mesmo assim fiquei com a sensação de que faltaram inimigos à altura. Inclusive ficarei sempre com a sensação de que faltou aperfeiçoar o Sanosuke com as técnicas que tinham mais potencial para crescer também, mas isso é coisa de fanboy.

E finalmente chegamos ao confronto final, Kenshin x Enishi. O início da luta até me fez pensar que estarem lutando na praia fosse fazer alguma diferença, me senti um pouco enganado por não ter acontecido isso enquanto Kenshin mesmo cansado pulava mais alto que Enishi. Os primeiros movimentos que o Enishi teve sucesso, não me convenceram também não, porém depois disso eu comecei a gostar. Como quando os golpes de Kenshin entraram e a bizarra capacidade do Enishi de soltar os nervos e ficar bombado a partir daí, isso eu achei do cacete, genial, digno de um vilão final. Agora só resta ver o que vai acontecer no último volume. Mal posso esperar pra ler.

Comentários Finais:

– Bom, era pra esse post ter saído ontem a noite, só que fui pro cinema ver O Jogo da Imitação bem tarde e acabei voltando cansado. Aliás, vejam esse filme que é muito bom. Não sou nenhum cumberbitch, no início ele tava até bem Sheldon, só faltou um “You are in my spot” (que é algo que ele fala muito mais que bazinga, pros que falam sem saber), porém o filme foi muito bom. O final é de deixar bem triste e revoltado ao mesmo tempo. Crime de obscenidade para  gays em pleno século XX, pessoas que destilam ódio contra homossexuais sendo que o pai da computação era um. Um ótimo filme e que muitas pessoas deveriam assistir e refletir.

– Ainda tô pra ler os 3 volumes de Assassination Classroom e vou decidir como publicarei, se de 1 em 1, os 3 juntos, 2 e 1, vai depender de como estarão os volumes.

– Tem um mangá que saiu no Brasil que eu tô pra fazer review também, é surpresa. Uma dica, estou atrasado nele, haha.

Então é isso. Comentem o que acharam do volume e da review, se gostaram ou não, podem comentar. Curtam a nossa página no Facebook, sigam a gente no Twitter, mandem críticas e sugestões caso tenham.
Até a próxima.

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